A biblioteca do prof. Geraldo

Nesta semana estamos estudando sobre bibliotecas públicas e bibliotecas comunitárias na disciplina de Unidades de Informação.

Apesar de nunca ter conhecido pessoalmente uma biblioteca comunitária, lembrei-me da biblioteca criada por um antigo professor do IBICT, o prof. Geraldo Prado. Ele doou a sua enorme coleção de livros ao povoado em que cresceu, São José do Paiaiá, no interior da Bahia.

Imagina a transformação que esta biblioteca promoveu no pequeno lugar, composto por pouco mais de 500 habitantes. Atitude louvável!

Para ler mais sobre o projeto: http://oglobo.globo.com/rio/duas-aguas-a-conta-com-geraldo-prado-6817065 e https://sites.google.com/site/obcmnp/geraldo-prado.

Anúncios

Programação do ano

Hoje recebemos um lembrete com as datas das próximas provas.

A segunda prova deste semestre será no dia 25 de junho. No primeiro ano de faculdade, no dia deste segunda prova tinha jogo do Brasil, pela Copa do Mundo de 2014. Apesar do jogo, grande parte da turma passou a tarde conhecendo a biblioteca da UCS. Ali ainda vivíamos uma ilusão.

A prova da metade do ano ocorre em pleno inverno. Por isso é preciso ir bem agasalhado para Caxias, pois lá faz frio de verdade. Eu sempre sofro um pouquinho. Esta próxima prova farei em Vacaria, onde é ainda mais frio.

Em julho haverá uma semana de férias, na semana de 17 a 24.

A primeira prova está agendada para 10 de setembro. Esta também planejo fazer em Vacaria, mas ainda estou decidindo.

A última prova do ano será em 25 de novembro. Dando tudo certo, duas semanas depois estaremos em férias, retornando aos estudos somente em março de 2017.

I Semana Acadêmica

Em 9 de abril fomos a Caxias do Sul para as primeiras provas do ano. Estava com saudades dos meus colegas de turma, não nos víamos desde setembro, pois fiz a última prova de 2015 em Vacaria. Desta vez o tempo que passei em Caxias foi supercurto.

Cheguei a Porto Alegre no final da manhã e corri para a rodoviária. Normalmente vou de Trensurb (metrô), mas desta vez tive de pegar um táxi para não perder o ônibus. Eu tinha que estar às 16h na UCS. Deu tudo certo. Cheguei ainda meia hora antes.

Às 16h eu tinha uma apresentação a fazer, na I Semana Acadêmica da UCS, belamente organizada pelo Diretório Acadêmico – especialmente pelo querido Douglas. Falei sobre Otlet e La Fontaine e um pouco sobre a visita que fiz ao Museu Mundaneum, em Mons/Bélgica, em 2012. Estava meio nervosa, mas passou rápido.

Durante alguns noites da semana anterior e todos os da semana seguinte tivemos palestras on-line. Foi bem legal. Como viajei na semana seguinte, não consegui ver todas, mas como elas foram gravadas, basta acessar o blog do DA, onde estão os links.

Notas e outras coisinhas

O primeiro trimestre ficou para trás. As notas ainda não foram fechadas, mas já dá para ter uma ideia do resultado. No final, fui melhor do que esperava. Bem melhor, pois esperava uma tragédia, confesso. Não me dediquei como gostaria.

Os professores costumam dar as notas ao longo das semanas, mas fecham a final muitas vezes somente lá por julho. Assim bate uma ansiedade. Queremos ver logo as disciplinas fechadas no histórico.

Como escrevi em outro post, neste trimestre fiz quatro disciplinas e fui monitora em mais uma. Quatro matérias me pareceram muito, demais para um trimestre, talvez porque duas delas foram trabalhosas – Bibliometria (porque precisamos fazer muita pesquisa na Plataforma Lattes para coletar dados) e Literatura Infantil (apesar de serem livros curtos, foram quase duas dezenas).

No próximo voltarei a fazer três e creio que será mais tranquilo.

Achei que fiz pouco na monitoria. Não consegui ler tudo que o prof. João passou aos alunos. Talvez a ideia nem fosse essa, mas fiquei me culpando um pouco. O professor me passou uma atividade que foi interessante e boa para refletir. Fiz sugestões de notas para uma determinada atividade. Nossa, como é difícil avaliar. Acho que fui meio injusta com alguns colegas, mas procurei manter um padrão no modo de dar a nota. Assim, não tinha como dar a nota máxima àqueles que foram piores que os melhores alunos. Só que esse raciocínio é equivocado, pois de repente aquele aluno que avaliei com 3 e não 5 fez o melhor que ele podia e se superou, merecendo a nota máxima. Foi um bom aprendizado. Gostei e sou agradecida pela oportunidade.