Fim de semestre

Como sempre, antes mesmo de terminarmos o semestre, já escolhemos as disciplinas da próxima etapa. Escolher não é bem a palavra certa, pois como o curso é realizado em módulos, temos de pegar todas as matérias ofertadas.

Como consegui aproveitar várias matérias de meu curso anterior, agora faltam bem poucas para concluir o curso. Neste segundo semestre farei quatro disciplinas – o que deixou a mensalidade bem mais bonita. Para o ano que vem ficarão faltando os dois estágios e apenas duas matérias.

Ainda tenho muito que aprender, mas já dá uma alegria pensar que já passei de mais da metade do curso. No segundo semestre agora correrei atrás de estágios. Gostaria de fazê-los nos mais diferentes lugares. Vamos ver como será.

Minha primeira estratégia será entrar em contato com todas as bibliotecárias amigas para contar que estou em busca de um estágio. Assim, imagino, caso surjam oportunidades onde elas trabalham, elas podem se lembrar de mim e me avisarem.

Este semestre foi bastante pesado emocionalmente. Eu estava terminando um outro grande projeto de vida, que acabou se arrastando mais do que eu gostaria. Finalmente, no final do mês passado, tudo chegou ao fim. Agora estou mais aliviada e feliz.

Concluída esta etapa, poderei me dedicar quase que completamente à graduação. Quer dizer, ainda continuarei trabalhando por enquanto, mas se surgirem estágios interessantes terei de considerar o que será mais importante para meu futuro: investir em diferentes estágios ou optar pela segurança do cenário atual, mas vou deixar para esquentar a cabeça quando chegar o momento certo.

BiblioMaison

Compartilho uma sugestão de biblioteca bacana para se conhecer no Rio de Janeiro. Nesta semana, para realizar o trabalho de Unidade de Informação, disciplina do prof. João, visitei a BiblioMaison, que fica no espaço da antiga Mediateca da Maison de France, no centro da cidade.
 
Foi uma bela transformação. O espaço ficou lindo e muito agradável. Os livros nas estantes seguem a CDD, mas há bastante material no salão central para se ler descompromissadamente nos sofás confortáveis. Num futuro próximo a biblioteca contará com um café.
 
A BiblioMaison fica no 11º andar da Casa de Europa (ex-Maison de France), que abriga os consulados da França e da Alemanha (e é vizinho do da Itália), na Avenida Presidente Antônio Carlos, 58.

Atropelos pré-prova

Este primeiro semestre não tem sido fácil.

Estou prestes a concluir um outro projeto. Por mim, já teria acabado, mas como nem tudo nessa vida depende apenas de nosso esforço, tudo ficou atrasado.

Por conta disso, acabei deixando a graduação, especialmente neste trimestre, em segundo plano. Não estou conseguindo fazer todas as leituras e todas as participações que deveria nos fóruns. Isto é péssimo, ainda mais agora nesta segunda metade do curso, quando tratamos de assuntos que têm relação com a prática profissional.

Às vezes, porém, o melhor é tentar reconhecer nossas limitações e  não pegar muito pesado consigo mesma. Estou tentando.

As provas já serão na próxima semana,no dia 25. Estou correndo para terminar e estudar meus resumos, o que sempre me ajuda. Atenção mesmo aos estudos pré-prova só poderei dar depois de segunda-feira. Espero realmente estar com a cabeça mais liberada a partir do dia 20. Sei que o tempo para estudar será curto, pois já viajo na sexta-feira de manhã, mas terá de ser assim desta vez. Torcer para assimilar o máximo de conteúdo.

A biblioteca do prof. Geraldo

Nesta semana estamos estudando sobre bibliotecas públicas e bibliotecas comunitárias na disciplina de Unidades de Informação.

Apesar de nunca ter conhecido pessoalmente uma biblioteca comunitária, lembrei-me da biblioteca criada por um antigo professor do IBICT, o prof. Geraldo Prado. Ele doou a sua enorme coleção de livros ao povoado em que cresceu, São José do Paiaiá, no interior da Bahia.

Imagina a transformação que esta biblioteca promoveu no pequeno lugar, composto por pouco mais de 500 habitantes. Atitude louvável!

Para ler mais sobre o projeto: http://oglobo.globo.com/rio/duas-aguas-a-conta-com-geraldo-prado-6817065 e https://sites.google.com/site/obcmnp/geraldo-prado.

Programação do ano

Hoje recebemos um lembrete com as datas das próximas provas.

A segunda prova deste semestre será no dia 25 de junho. No primeiro ano de faculdade, no dia deste segunda prova tinha jogo do Brasil, pela Copa do Mundo de 2014. Apesar do jogo, grande parte da turma passou a tarde conhecendo a biblioteca da UCS. Ali ainda vivíamos uma ilusão.

A prova da metade do ano ocorre em pleno inverno. Por isso é preciso ir bem agasalhado para Caxias, pois lá faz frio de verdade. Eu sempre sofro um pouquinho. Esta próxima prova farei em Vacaria, onde é ainda mais frio.

Em julho haverá uma semana de férias, na semana de 17 a 24.

A primeira prova está agendada para 10 de setembro. Esta também planejo fazer em Vacaria, mas ainda estou decidindo.

A última prova do ano será em 25 de novembro. Dando tudo certo, duas semanas depois estaremos em férias, retornando aos estudos somente em março de 2017.

I Semana Acadêmica

Em 9 de abril fomos a Caxias do Sul para as primeiras provas do ano. Estava com saudades dos meus colegas de turma, não nos víamos desde setembro, pois fiz a última prova de 2015 em Vacaria. Desta vez o tempo que passei em Caxias foi supercurto.

Cheguei a Porto Alegre no final da manhã e corri para a rodoviária. Normalmente vou de Trensurb (metrô), mas desta vez tive de pegar um táxi para não perder o ônibus. Eu tinha que estar às 16h na UCS. Deu tudo certo. Cheguei ainda meia hora antes.

Às 16h eu tinha uma apresentação a fazer, na I Semana Acadêmica da UCS, belamente organizada pelo Diretório Acadêmico – especialmente pelo querido Douglas. Falei sobre Otlet e La Fontaine e um pouco sobre a visita que fiz ao Museu Mundaneum, em Mons/Bélgica, em 2012. Estava meio nervosa, mas passou rápido.

Durante alguns noites da semana anterior e todos os da semana seguinte tivemos palestras on-line. Foi bem legal. Como viajei na semana seguinte, não consegui ver todas, mas como elas foram gravadas, basta acessar o blog do DA, onde estão os links.

Notas e outras coisinhas

O primeiro trimestre ficou para trás. As notas ainda não foram fechadas, mas já dá para ter uma ideia do resultado. No final, fui melhor do que esperava. Bem melhor, pois esperava uma tragédia, confesso. Não me dediquei como gostaria.

Os professores costumam dar as notas ao longo das semanas, mas fecham a final muitas vezes somente lá por julho. Assim bate uma ansiedade. Queremos ver logo as disciplinas fechadas no histórico.

Como escrevi em outro post, neste trimestre fiz quatro disciplinas e fui monitora em mais uma. Quatro matérias me pareceram muito, demais para um trimestre, talvez porque duas delas foram trabalhosas – Bibliometria (porque precisamos fazer muita pesquisa na Plataforma Lattes para coletar dados) e Literatura Infantil (apesar de serem livros curtos, foram quase duas dezenas).

No próximo voltarei a fazer três e creio que será mais tranquilo.

Achei que fiz pouco na monitoria. Não consegui ler tudo que o prof. João passou aos alunos. Talvez a ideia nem fosse essa, mas fiquei me culpando um pouco. O professor me passou uma atividade que foi interessante e boa para refletir. Fiz sugestões de notas para uma determinada atividade. Nossa, como é difícil avaliar. Acho que fui meio injusta com alguns colegas, mas procurei manter um padrão no modo de dar a nota. Assim, não tinha como dar a nota máxima àqueles que foram piores que os melhores alunos. Só que esse raciocínio é equivocado, pois de repente aquele aluno que avaliei com 3 e não 5 fez o melhor que ele podia e se superou, merecendo a nota máxima. Foi um bom aprendizado. Gostei e sou agradecida pela oportunidade.

Somos também um pouco daquilo que lemos

Quando fiz a disciplina de Literatura Oriental, com a mesma professora Flavia Ramos, eu já havia escrito um texto sobre “leituras antigas e marcantes”. Tentei não me repetir, mas em alguns momentos foi meio inevitável.

Neste semestre estou fazendo tanto Biblioteca Escolar quanto Literatura Infantil. São duas disciplinas que provocam muita nostalgia.

Dos 17 anos que morei em Esmeralda, 13 foram vividos dentro da escola estadual. Comecei a estudar quando ainda não tinha cinco anos, fiz dois anos de jardim de infância, depois os 11 dos então chamados primeiro e segundo graus. Por mais que a memória pregue peças à medida que vamos envelhecendo, muitas cenas parecem ter acontecido ontem.

Em minha casa sempre houve uma estante com livros. Entre eles, algumas coleções de livros bonitos feitos para atrair a atenção das crianças. Nas minhas memórias mais antigas não encontro aquela de alguém lendo histórias para mim ou para minha irmã. Talvez minha mãe, que lecionava muitas horas por semana, tenha lido histórias daqueles livros grandes e hoje gastos de contos de fadas, mas infelizmente não são essas as lembranças que me vêm à mente quando combino infância e leitura.

Lembro-me de ir à biblioteca com meu irmão mais velho, lembro-me da fichinha verde de controle da data de empréstimo e devolução, lembro-me nitidamente da disposição das estantes na sala grande da prefeitura em que ficava a coleção. Ali, entre as janelas, ficava a coleção infanto-juvenil. Lembro-me, claro, da dona Marli, que por muitos e muitos anos me recebeu com um sorriso no rosto. Ainda hoje sinto um quentinho no coração quando penso nela e nos livros tão bem cuidados da biblioteca municipal.

Antes de escrever sobre os livros, sou tomada pelas lembranças de outra biblioteca. Aquela sala cheira de livros era vizinha da minha, a do jardim de infância, mas naquela época, aquele lugar não parecia ser destino para criança tão pequena. Acho que fui pela primeira vez à biblioteca do colégio somente depois de aprender a ler, mas quando isso aconteceu, aquele lugar apertado passou a fazer parte das minhas manhãs. Morando em uma cidade pequena, eu podia ir sozinha trocar o livro lido por uma história novinha em folha.

  Um dos primeiros “lidos” foi Ida e Volta, de Juarez Machado. Como este livro me fascinou. Como podia existir uma história tão completa? Como o dono daqueles passos conseguia fazer mil coisas num dia só. Eu me imaginava percorrendo aquele caminho. O livro, relido nesta semana, me traz as melhores lembranças. Eu nem sabia, mas entre as leituras daquela época estavam livros de escritores ilustres, como Mario Quintana (Pé de Pilão com aquela capa rosa forte) e Erico Verissimo (O urso com música na barriga, As aventuras do avião vermelho e Os três porquinhos pobres).

Uma das coleções de capa dura mantidas na estante de casa era composta de histórias bem brasileiras, como Negrinho do Pastoreio e Mula sem Cabeça. Esses livros continuam por lá. Quem sabe um dia as sobrinhas se interessem por eles. Nem todas as histórias eram bonitas e alegres, como não ficar impressionada com A pequena vendedora de fósforos? Nos grandes livros de contos de fadas havia outras que assustavam. Para relaxar só apelando mesmo para algum dos gibis herdados de um tio.

A leitura sempre fez parte da minha vida e da dos meus irmãos. Não tivemos o exemplo de nossos pais, que pouco liam, mas eles sempre nos ofereceram livros e incentivaram as visitas à biblioteca. Felizmente tivemos acesso a duas boas bibliotecas. Mesmo que o acervo não fosse enorme, elas atendiam – e muito bem – às necessidades de seus públicos-alvo. Eu não consigo imaginar como teria sido uma vida sem os livros na infância e sem as visitas constantes às bibliotecas.

Em algum momento comecei a ler a série Vaga-lume. Eu tinha um desejo secreto de ler todos os livros na ordem em que apareciam na contracapa. Não havia todos na biblioteca, mas aos poucos fui batendo minha meta. Desses, os mais marcantes foram Éramos Seis, Açúcar Amargo, A árvore que dava dinheiro e todos os de Marcos Rey. Havia ainda outras coleções, mas, apesar de me lembrar do hábito de trocar quase diariamente o livro na biblioteca, os títulos hoje me fogem. Havia os de Pedro Bandeira e alguns outros mais que de vez em quando me vêm à mente, como Pai, me compra um amigo, de Pedro Bloch.

Durante os últimos anos de colégio fiz um estágio em um banco. O ritmo de trabalho e de estudos acabou me deixando com pouco tempo para a leitura, mesmo assim me lembro de conseguir ler Luiz Antonio de Assis Brasil e obras de alguns outros gaúchos. As idas à biblioteca, infelizmente, diminuíram, sendo retomadas apenas no primeiro ano de faculdade. Durante alguns anos as leituras foram poucas, mas sempre que consegui tive um livro nas mãos.

Hoje em dia, ler faz parte das atividades obrigatórias da minha rotina. Sempre estou lendo alguma coisa. Procuro me dedicar a apenas um livro por vez. Há dois anos comprei um kindle. Isso tem me ajudado a transportar os livros de maneira mais fácil, assim como comprá-los rapidamente.

A leitura é parte de mim. Quem me conhece, sabe. Acredito seriamente que somos feitos também daquilo que lemos.”

Quatro disciplinas de uma vez

Confesso que achei que seria fácil, mas dar conta de quatro disciplinas em um trimestre não está sendo mole não. Três é mesmo o número ideal para fazer tudo com calma, ler tudo que é recomendado e concluir as atividades sem atropelos.

De modo geral, neste semestre tenho tido mais tempo para estudar, mas ainda assim parece que as horas estão mais escassas. Não sei nem como explicar esta percepção.

Tento estudar um pouco por dia, dedicando pelo menos duas horas por noite. Escolho uma disciplina por vez. A primeira coisa que faço é ir na pasta Cronograma, onde alguns professores já colocam as indicações de leitura e as atividades daquela semana. Alguns usam a pasta Cronograma apenas para resumir a semana e dizer que o material está na pasta Acervo da turma. Costumo salvar em um pdf esta informação.

Em seguida, vou para o Acervo da turma daquela disciplina. Baixo primeiro o roteiro de aula ou caderno pedagógico. Com este aberto, vejo a indicação de ordem das leituras, assim já vou salvando os arquivos na sequencia em que deverão ser lidos. Isso pode ser fundamental quando há mais de uma atividade. Alguns professores também organizam a orientação da semana por ordem: primeiro faça isso, depois aquilo, depois aquele outro. Isso facilita a organização dos estudos.

Antes de passar para a disciplina seguinte, procuro terminar tudo que foi pedido daquela que repassei as orientações. Assim fico com a certeza de que poderei me dedicar às demais sem receio de ter deixado algo para trás. Isso otimiza o tempo.

Quando há três disciplinas, consigo fazer tudo durante a semana. Nesse trimestre, começo as atividades da graduação na segunda, mas como estou com minha agenda mais flexível (me permitindo fazer outros programas que não seja apenas estudar), às vezes chega a quinta-feira e ainda estou com muita coisa para fazer. Como não trabalho às sextas, até consigo finalizar antes do fim de semana, mas nesta semana, por exemplo, que tive médico, só consegui concluir tudo hoje. Preciso me organizar melhor nesta semana que começa agora.

E ainda tem a monitoria. Eu ando me sentindo meio mal em relação à monitoria. Respondo alguns e-mails de colegas com dúvidas, mas no geral não sei muito bem o que fazer.

Dicas a recém-chegados ao curso

Fui convidada pelo professor João Borges para ser monitora de Introdução à Biblioteconomia. Fiquei muito feliz e animada. Motivada pelo convite, procurei refletir sobre dicas que poderia passar para quem está começando agora no curso. Elaborei então uma pequena lista.

  • Defina o tempo que dedicará aos estudos. Acredito ser este o ponto mais importante ao começar um curso a distância. Mesmo que o volume de leituras varie de uma disciplina para outra, gosto de reservar pelo menos quatro horas por semana para cada uma delas. Então se você pegou três matérias neste semestre, prepare-se para 12 horas semanais de estudos.
  • Faça um pouco por dia. Assim não se cansará tanto e ainda terá tempo para refletir sobre o que aprendeu.
  • Definido o número de horas, anote “estudo ead” na agenda como um compromisso. Bloqueie aquele período de tempo e faça de tudo para cumpri-lo.
  • Se ainda não tem uma agenda ou não tem o costume de usá-la, compre uma ou passe a usar alguma disponível on-line, como o Google Calendar. A agenda servirá não apenas para você bloquear as horas de estudos, mas para anotar todos as atividades com prazos. E serão várias. Os professores costumam definir prazos para participações nos fóruns, para postar tarefas no webfólio, para entregar o trabalho final. Há ainda a programação das provas e  as datas-limite para enviar os certificados das atividades complementares. Ou seja, usar uma agenda vai ajudar muito.
  • Na aula de Introdução a ead aprendemos como organizar uma pasta no computador para armazenar os conteúdos do curso. Vale a pena seguir direitinho as orientações e colocar tudo em ordem logo no início. A organização na hora de salvar os conteúdos de cada aula e de cada disciplina é essencial. Bom, se você está fazendo biblioteconomia, imagino que deva gostar bastante desse assunto. Então isso não será um problema. Eu comecei criando uma pasta para cada disciplina e dentro dela 10 pastas para as 10 semanas de aula. É uma maneira organizada, mas pouco prática se você tem que recuperar um texto e não se lembra em qual semana foi dado. Há sempre a opção do buscador do Windows, mas isso me levou a mudar um pouco a forma de arquivar o material. Continuo criando uma pasta por disciplina, mas agora enumero os arquivos na ordem em que vão sendo postados pelo professor. Por exemplo:
    1. Orientações Semana 1
    1.1 Texto 1 da semana 1
    1.2 Texto 2 da semana 1
    2. Orientações Semana 2
    2.1 Texto 1 da semana 2
    … e assim por diante.
  • Logo que entrei no curso, comprei alguns cadernos para anotar tópicos importantes das aulas. No final do trimestre, para revisar, digito em um documento word esse resumo. Funciona bem para mim, mas sei que quem tem o tempo mais curto ou pouca disposição para escrever à mão poderá não gostar tanto assim. Em um semestre em que estive muito ocupada, fiz um resumo direto no computador. Lia os textos e já fazia as anotações nesse resumão. Agora que tudo está mais tranquilo, retomarei meus cadernos.
  • Eu não consigo viver sem meus resumos. Revisar todos os textos na véspera da prova me parece meio impossível. Consegui passar bem em todas as disciplinas estudando a partir dos resumos. É claro que isso só foi possível cumprindo as dicas seguintes.
  • Leia tudo que foi recomendado pelos professores. Se não conseguir ler tudo, faça isso com pelo menos os textos obrigatórios.
  • Não deixe o conteúdo acumular! Estude toda a matéria na mesma semana em que foi passada pelo professor. Você nunca saberá se a próxima semana será com muitos ou poucos textos. O trimestre passa voando e nem sempre dá tempo de ler algo que foi ficando para trás.
  • Faça todas as atividades propostas. Muitos professores dividem a nota ao longo das semanas, mas faça as atividades não apenas por esse motivo. Ao responder a uma atividade no fórum ou preparar uma tarefa para publicar no webfólio, você estará fixando o conteúdo. Sabe o resumo lá de cima? Assim fica bem mais fácil se basear apenas nele para estudar para a prova.
  • Esta não é bem uma dica: Não seja aquele colega que na véspera da prova pergunta o que vai cair. Simplesmente estude. Alguns professores oferecem exercícios de revisão, mas não são todos. Então o melhor é se preparar ao longo do trimestre, não esperar um milagre na última hora.
  • Das horas planejadas para cada disciplina, dedique pelo menos 30 minutos para ler as participações dos outros colegas nos fóruns. Muitos deles já atuam na área e podem dar informações bem úteis para nós que ainda não tivemos experiência prática. Essas trocas ajudam também a conhecer melhor uns aos outros.
  • Ah, sim, ao participar dos fóruns, revise o português. Depois de algumas horas, não é possível mais editar o texto publicado. Então não custa nada reler o que escreveu para ver se está coerente, se por acaso uma vírgula não se meteu entre um sujeito e um predicado, se um sinal de crase não caiu errado no meio do texto, essas coisas que fazemos às vezes sem perceber… Erros acontecem, mas muitos podem ser evitados com uma segunda leitura.
  •  Nas primeiras semanas no novo curso, navegue pelo AVA. Descubra cada seção. Esta é outra atividade da aula de Introdução a ead, mas sempre fica mais fácil se você já tiver passeado um pouco por conta própria.
  • Nessa passeada pelo AVA, aproveite para ver a lista de participantes, assim já vai guardando os nomes dos colegas que lhe acompanharão ao longo dos oito semestres. A primeira vez que nos encontramos pessoalmente é sempre divertida, procuramos pelas figuras das fotos, o que nem sempre se revela uma tarefa muito fácil se a foto não for das melhores.
  • Há quem não goste muito de se apresentar, mas isto é fundamental em um curso com este perfil. Eu me interesso pelos meus colegas, gosto de saber de onde são, o que já fizeram e o que pretendem com a profissão. Vale investir um tempo na definição do que estará na sua página pessoal e na escolha da foto.
  • No AVA há informações sobre toda nossa vida acadêmica: histórico, currículo, gerenciador das mensalidades pagas, acesso à biblioteca virtual. É uma ótima fonte de informação para acompanhar a trajetória ao longo dos semestres.